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9 de agosto de 2019

Polícia acredita que tiroteio com mortes em campo de futebol em Gravataí envolveu duas facções rivais

A Polícia Civil acredita que o tiroteio que deixou duas pessoas mortas e outras oito feridas em Gravataí, no mês de julho, teve envolvimento de duas facções criminosas rivais. Um dos suspeitos do crime foi preso na quinta-feira (8) em Cachoeirinha.

“O local era do domínio dos alvos. Foi uma questão de oportunidade. Algum dos jogadores ou alguém da torcida avisou os suspeitos que eles estavam ali”, afirma o delegado Eduardo Amaral.

O tiroteio aconteceu no dia 21 de julho, pouco depois de uma partida de futebol, quando jogadores e amigos organizavam um churrasco. Conforme a polícia, os dois atiradores chegaram ao local a pé, atirando.

Dois homens eram os alvos dos criminosos. O corpo de um deles, identificado como Adelio Junior Souza Antunes, de 28 anos, foi encontrado com marcas de tiro, no outro dia, próximo ao campo. O segundo alvo foi internado no hospital em estado grave, e sobreviveu. Ele já recebeu alta, segundo o delegado.

Uma jovem de 20 anos, que também foi baleada, não resistiu aos ferimentos e morreu. Ela foi identificada como Maiara Emili Silveira da Silva, e não tinha nenhuma passagem pela polícia. O delegado informou que ela foi vítima de bala perdida.

Conforme Amaral, as investigações continuam. A polícia busca identificar o segundo atirador e o mandante do crime.

‘Tristeza que a gente vai levar’

O tio e padrinho de Maiara, Cristian dos Santos Bersagui, logo após o crime, disse não se conformar com o que aconteceu.

“O que fica é a tristeza que a gente vai levar para o resto da vida.”

“Os caras chegam atirando, simplesmente sem saber para que lado, sem saber em quem. Levaram uma pessoa que eu vi nascer. Infelizmente, hoje vou ter que me despedir dela, como toda nossa família e os amigos que a gente tem aqui”, acrescenta.

O tio da jovem conta que a família se mudou para Gravataí há aproximadamente oito anos.

“Minha sogra que se mudou para cá, para tentar ser feliz. Os pais dela compraram uma casinha aqui perto, a gente vivia bem. A gente sempre foi aquele lance família. A gente nem sabe se vai continuar aqui em Gravataí, ou se vai voltar para Porto Alegre, não sei”, conta Cristian.

A jovem havia se formado recentemente no curso de Bombeiro Civil. “Era um futuro cheio de sonhos. Ela ia muito longe, ia voar alto.”

Fonte: G1/RS

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